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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Micromarketing



(post extraído do Update or Die )

Semana passada ouvi uma palestra do Greg Verdino, um futorologista do marketing, sobre uma nova onda: o micromarketing. Aparentemente, a ideia se aproxima muito do conceito da Cauda Longa do Chris Anderson. Enfim, marketing de nicho não é uma ideia nova. De qualquer forma, pra quem nunca ouviu falar nisso, o lance do micromarketing é o seguinte: botar toda grana em mídia de massa não garante os mesmos resultados que se alcançava em outros tempos. O mundo de hoje é superfragmentado, os consumidores se agrupam por microcomunidades que agrupam gente com hábitos e interesses em comum.

Segundo a ideia do micromarketing, investir de maneira planejada em pequenos nichos pode trazer melhores resultados do que gastar os tubos pra tentar falar com o maior número de consumidores possível (regra default em qualquer plano de mídia). Isso porque no micromarketing primeiro se estuda o nicho, depois prepara-se uma abordagem absolutamente relevante pelos canais mais adequados e por fim, se tudo sair certinho, você tem um grupo fiel, mesmo que pequeno, afim de gastar mais e mais vezes.

Para a maioria dos marqueteiros no Brasil isso é um conceito novo. Segundo estudo da Razorfish, uma das maiores agências digitais do mundo, o país é mais conectado do mundo (pela quantidade de horas conectadas por usuário único) e ao mesmo tempo onde as empresas investem menos em comunicação digital e dirigida.

Entretanto, o tal micromarketing não é nada novo. Esses conceitos nasceram com o marketing direto lá nos anos 60 na cabeça de David Ogilvy, Lester Wunderman, Rapp Collins e cia. Esses caras descobriram que apenas 20% dos clientes de uma empresa são responsáveis por 80% do seu faturamento. Assim, sempre trataram os consumidores por interesses. Pra eles, o marketing sempre foi micro.

Então vamos combinar o seguinte? Criar um termo novo é fácil. Escrever um livro sobre esse novo termo também. Difícil é ter coragem de fazer as velhas boas ideias saírem da gaveta.

terça-feira, 23 de março de 2010

Internautas não lembram de propaganda online

Notícia de hoje no Meio e Mensagem



Levantamento da Millward Brown Brasil reafirma a necessidade de relevância para marcas se relacionarem com consumidores

Por Mariana Ditolvo
22 de Março de 2010

Jovens ou adultos, não importa. O que cativa mesmo o consumidor na internet é a oferta de conteúdo relevante. Durante apresentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) na tarde desta quarta-feira, 22, Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, mostrou que, apesar de nutrirem uma relação mais forte com as marcas na internet, os consumidores nao lembram de inserções publicitárias e dependem de relevância para se relacionarem.

Segundo pesquisa feita com uma pequena amostragem de público jovem e adulto, as categorias de produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Por outro lado, refrigerantes, supermercados e o setor de seguros são os que oferecem menos vantagens de relacionamento, de acordo com os consumidores.

O estudo revelou ainda que a televisão, ao contrário do que pregam as teorias apocalípticas, ainda tem papel bastante representativo na vida das pessoas. "Esse é um resultado esperado, uma vez que a televisão é o canal que recebe mais investimentos publicitários. Por consequência, a maioria dos entrevistados associa a televisão à publicidade, mas mostram certa resistência ao falar de propaganda na internet", disse Valquíria. Do total de jovens investigados, 28 disseram associar propaganda à TV, 5 à sites, 3 à revistas e apenas 1 ao YouTube.

Referência em comunicaçao online, a Coca-Cola assumiu papel importante diante desse público por conseguir usar de maneira bastante completa o mix de meios para se relacionar. "É um exemplo a ser seguido por conseguir chamar as pessoas para a internet através do comercial de televisão e, na rede, oferecer entretenimento, diversão e benefícios reais aos consumidores", coloca Valquíria. "São associações que mostram como é cada vez menos necessário ser lembrado por uma propaganda e investir para que o consumidor se mantenha em contato constante com a marca, mudando a essência da abordagem e do ciclo de relacionamento", finaliza.

Olhado no M&M Online

domingo, 21 de março de 2010

Homenagem do Corinthians ao Ayrton Senna

Hoje é o aniversário do Ayrton Senna, e corinthiano firme que era não faltou uma homenagem da torcida pra ele.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Facebook - 50 empresas que sabem usá-lo

Bom, finalmente resolvi entrar no tal do Facebook. Todo mundo vive falando dele, mas pra mim até então não passa de um novo Orkut, já que o original foi dominado por pessoas fora do mercado americano, e por ser essencialmente para americanos o Facebook ganhou todo esse hype. De qualquer forma, meu interesse era descobrir como ele poderia ser bom para empresas. Com certeza não entrei pra fazer novas amizades e brincar com o joguinho da fazenda.


O site The Big Money fez uma pesquisa e resumiu as ações de algumas empresas pelo Facebook. Nada muito diferente pra quem está acostumado com Orkut, mas vale a pena pelo menos dar uma olhada. O link aqui

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Em caso de emergência, ligue o videogame




Essa notícia mostra como os videogames estão ganhando espaço e importância no cotidiano das pessoas. Foi-se mesmo o tempo em que parávamos para "jogar um joguinho" e se distrair. Agora, alguns jogos são quase que verdadeiros trabalhos, chegam até mais cansar do que relaxar. Mas mesmo assim continua a ser uma fonte bem interessante e importante de entretenimento.

O governo de Nova Iorque pretende usar a Xbox Live, rede online do Xbox 360, para alertar as pessoas sobre possíveis emergências. Como o consumo de entretenimento hoje entre os jovens tem uma boa parcela de jogos de videogame, usar esta plataforma como comunicação também parece inevitável. Através da Xbox Live o governo pretende mandar alertas e informações sobre qualquer ameaça de grande porte. Depois do 11 de setembro qualquer fonte de informação para a proteção deles é válida.

Tomara que na hora que a emergência seja alertada que os jogadores não pensem que faz parte do jogo. Hoje em dia eles estão tão reais!

Olhado no Terra Games

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Microsoft no ramo médico; transplantes de cabeça


Pelo menos é o que foi visto em um dos sites da empresa na Polônia. Na versão em inglês havia um asiático, um negro e uma mulher branca. Na versão polonesa trocaram a cabeça do homem negro por uma de homem branco. Racismo ou "adaptações para familiarizar com o mercado local"? O negócio é que isso deu um baita problema pra a empresa, que não se sabe "onde estava com a cabeça" pra fazer uma mudança de tão mau gosto e sem pensar que isso iria aparecer rapidinho nos jornais (ainda mais sendo um site). Eles pediram desculpas e a imagem já foi alterada no site polonês.

Olhado na BBC News

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Brinquedos + Reciclagem para Ades Nutrikids

Tava eu fuçando pela internet e me deparei com os videos de "making of" do Avesso, que eu curto bastante. Mas o que me chamou a atenção foi essa campanha criada pela Ogilvy para Ades Nutrikids. Isso porque eu adoro ações de comunicação em que o que menos queremos fazer é falar do produto, por mais estranho que isso possa parecer. E eles fizeram isso muito bem nesse caso.

A agência fez um site (CidAdeS - Oficina de Brinquedos) em que o Professor Nankim ensina a criançada (ou os marmanjos que quiserem) a montarem brinquedos caseiros. Tudo num esquema meio Ra Tim Bum + Disney Channel. E onde entra o produto? Os brinquedos usam as embalagens de Ades Nutrikids. Com isso eles ensinam como fazer brinquedos simples e que exercitam a imaginação da criançada, diferente do monte de brinquedos por aí em que a criança mal tem de usar a cabeça pra completar a experiência da brincadeira. Sem contar que falam de reciclagem e ajudam, nem que de leve, na economia no bolso dos pais. Tudo isso sem apelar pro velho chavão de que é bom comprar o produto por causa das vitaminas, minerais e afins... Ótima sacada dos caras.

Abaixo o making of do site.

Mas que "Toto" isso

Mais uma da linha "Comerciais Nonsenses do Oriente". Cuidado que a musiquinha desse também pode te atormentar na mente o dia inteiro.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Telefônica em Ação? Ainda prefiro os Comandos



Desde o fim da semana passada tenho sofrido com quedas de conexão no meu Speedy. Isso é um aperitivo perto dos anos que passei discutindo com Ombudsman e Anatel. Hoje veio mais um técnico em minha casa, e o que me chamou a atenção foi o broche que ele usava, da campanha Telefônica em Ação. Confesso que ainda estou tentando entender onde isso vai dar, já que me parece que tudo o que "vendem" no video da campanha deveria ser o básico do atendimento de qualquer empresa.

(obs, não consegui anexar o video do Youtube, pois parece que quem postou o video - a agência DM9DDB - não disponibilizou o link. Ah, e pra registrar, minha internet ainda continua sem ação, caindo, caindo...)

sábado, 8 de agosto de 2009

Keep Walking por 6 minutos e 30 segundos

Nova campanha de Johnnie Walker, em curta metragem.



Olhado no shots

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Hai!

Eu sempre gostei da cultura japonesa, mas nada supera os comerciais sem sentido (pelo menos pra nós ocidentais). Obs: cuidado que muitos têm musiquinhas que grudam dias na cabeça, tô avisando...


(nossa, pode isso?)


(um dos melhores e mais atormentantes)


(diretamente da Califórnia)


(se até o final do comercial você adivinhar qual produto tá sendo vendido, você ganha um Big Mac e uma musiquinha infernal que fica dias na sua cabeça).


(sobrou pro Michael Jackson)


(até pro John Travolta)


(esse dá pra fazer em grupo)


(que que é isso...)


(nossa, para...)

Depois posto outros, sayonara!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Você chegou onde queria em Propaganda?

Em 1999, a Monster.com, agência de empregos, fez uma campanha chamada "When I Grow Up", colocando várias crianças falando sobre o que queriam ser e ter quando crescessem. O diferente da história é que elas só falam de coisas ruins na maioria dos trabalhos, como sobrecarga de trabalho e falta de respeito.

Esta versão foi feita para o ramo da Propaganda. Retrata o que realmente acontece em muitas agências do mundo, independente do porte e ramo (ATL BTL etc...). Um amigo me mandou e resolvi colocar este vídeo para pensarmos sobre como nossa profissão tem se desenrolado e como podemos mudar ou amenizar estas situações. Em pouco mais de 2 minutos nos faz passar do sorriso por assistirmos a essas crianças falando alguns absurdos do dia-a-dia para um profundo estado de reflexão. Vemos que o ser humano e sua história de vida ficam em segundo plano quando o assunto é ego e dinheiro.

Mas a questão é: você é obrigado a agüentar isso? Tem medo de mudar por que? Falta de auto-confiança ou comodidade? Isso tudo que falam no vídeo acontece. E ai, qual sua atitude frente a isso?

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Cultura e Caneta




É campanha antiga, mas adorei a cara-de-pau e a simplicidade na forma.

Advertising Agency: Graffiti BBDO >> Agency Location: Bucharest >> Creative Director: Ema Prisca >> Copywriter Dan Stanescu >> Art Director: Cosmin Simionescu >>

Olhado no 2wenty 4our