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sexta-feira, 26 de março de 2010

Mulheres da Classe C "vivem" em redes sociais

As mulheres de baixa renda se conectam todos os dias à internet e participam ativamente de alguma rede social. Essa é a conclusão da pesquisa Etnografia Digital, desenvolvida pela Predicta e Multifocus, feita com mulheres donas-de-casa da classe C, de 25 a 49 anos.

Segundo a pesquisa, 83% delas entram na web diariamente e 86% estão em alguma rede social, como Orkut, Facebook ou Twitter. Desse total, cerca de 23% já criou alguma comunidade na rede social e 33% acham que a internet é um passatempo melhor do que a televisão.

Diante desse quadro, é fácil entender porque 78% se acham mais globalizadas por causa da web, justificando as mais de duas horas diárias de navegação admitidas por 40% delas. Confirmando o bom momento do comércio online, 26% não veem nenhum problema no e-commerce. O uso do Internet Banking é admitido por 23% delas.

O Orkut lidera a visitação desse público específico, respondendo por impressionantes 94% dos acessos à web. Chats (5%) e blogs (1%) estão bem atrás na lista de interesses das mulheres.

Mas a dedicação das donas-de-casa ao novo passatempo já fez a primeira de suas vítimas: a leitura. Cerca de 66% delas dizem que estão lendo muito menos offline, sendo que 60% sequer viitam lojas para fazer pesquisas de preços, pois tudo agora é feito online.

“Antes, analisávamos para as empresas como os internautas se comportavam dentro do site delas ou mediante campanhas. Agora mostramos como eles interagem com todo o universo online e o que pensam dele”, explica Claudia Woods, diretora de serviços da Predicta.

Olhado no MSN tecnologia

quarta-feira, 24 de março de 2010

Perfil dos usuários de Twitter

Realmente ajuda a começar ou limpar sua lista de seguidos. Clique na imagem para aumentar.


Olhado no Next Generation Online

terça-feira, 23 de março de 2010

Internautas não lembram de propaganda online

Notícia de hoje no Meio e Mensagem



Levantamento da Millward Brown Brasil reafirma a necessidade de relevância para marcas se relacionarem com consumidores

Por Mariana Ditolvo
22 de Março de 2010

Jovens ou adultos, não importa. O que cativa mesmo o consumidor na internet é a oferta de conteúdo relevante. Durante apresentação no 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) na tarde desta quarta-feira, 22, Valquíria Garré, da Millward Brown Brasil, mostrou que, apesar de nutrirem uma relação mais forte com as marcas na internet, os consumidores nao lembram de inserções publicitárias e dependem de relevância para se relacionarem.

Segundo pesquisa feita com uma pequena amostragem de público jovem e adulto, as categorias de produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Por outro lado, refrigerantes, supermercados e o setor de seguros são os que oferecem menos vantagens de relacionamento, de acordo com os consumidores.

O estudo revelou ainda que a televisão, ao contrário do que pregam as teorias apocalípticas, ainda tem papel bastante representativo na vida das pessoas. "Esse é um resultado esperado, uma vez que a televisão é o canal que recebe mais investimentos publicitários. Por consequência, a maioria dos entrevistados associa a televisão à publicidade, mas mostram certa resistência ao falar de propaganda na internet", disse Valquíria. Do total de jovens investigados, 28 disseram associar propaganda à TV, 5 à sites, 3 à revistas e apenas 1 ao YouTube.

Referência em comunicaçao online, a Coca-Cola assumiu papel importante diante desse público por conseguir usar de maneira bastante completa o mix de meios para se relacionar. "É um exemplo a ser seguido por conseguir chamar as pessoas para a internet através do comercial de televisão e, na rede, oferecer entretenimento, diversão e benefícios reais aos consumidores", coloca Valquíria. "São associações que mostram como é cada vez menos necessário ser lembrado por uma propaganda e investir para que o consumidor se mantenha em contato constante com a marca, mudando a essência da abordagem e do ciclo de relacionamento", finaliza.

Olhado no M&M Online

terça-feira, 16 de março de 2010

Alguns Resultados de Mídias Socias para Empresas

Hoje em dia muito tem se falado sobre as mídias sociais como forma de comunicação barata, leve para diversas configurações de PCs, dinâmica e interativa. Muitas empresas têm feito campanhas inteiras apenas por Twitter e Facebook como exemplos.

Nos EUA isso realmente produz números impressionantes como podemos ver neste video. No Brasil? Estão tentando vender essa idéia para nós, mas creio que ainda não chegamos lá, principalmente quando vemos que boa parte da população ainda não tem acesso à internet. Dependendo do público pode ser um sucesso, mas não esperem ver tão cedo uma grande popular como Casas Bahia indo muito por esse caminho.



Vídeo olhado no Update or Die

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Autonomia no Trabalho

Mais um artigo interessante da HSM online sobre trabalho.

Brasileiros querem mais autonomia no trabalho

Pesquisa da Fellipelli aponta que 58% dos profissionais necessitam atuar de maneira mais independente
A velocidade da informação e a redução da percepção do tempo trouxeram grandes mudanças no mundo corporativo, em que a pressão por resultados tem se tornado uma prática cada vez mais comum. Isso, porém, pode surtir efeito contrário, reduzindo a produtividade e a motivação dos funcionários de uma empresa.

Uma pesquisa realizada pela consultoria Fellipelli aponta que 58% dos profissionais brasileiros necessitam de autonomia no ambiente de trabalho para trabalhar de maneira independente. O levantamento contou com a participação de 300 profissionais no segundo semestre de 2009, e tem como base a aplicação do Birkman, instrumento que mede a percepção individual da realidade, revelando interesses profissionais e tendências comportamentais.

Segundo a pesquisa, 75% das pessoas demonstraram atuar em prol dos interesses coletivos e apresentaram mais facilidade em trabalhar em equipe. Já as suas reais necessidades motivacionais apontaram outros resultados. Ao todo, 44% dos profissionais apresentam necessidade de obter vantagens e reconhecimentos individuais, contra 1% que realmente age de modo mais competitivo no convívio social. Do total de indivíduos que aparenta acreditar que a recompensa coletiva é mais importante que a individual, apenas 17% precisam realmente de um ambiente idealista e voltado ao bem comum para se sentirem motivadas.

“As características que mostramos às outras pessoas e as nossas necessidades motivacionais são naturalmente diferentes, pois na medida em que convivemos em sociedade, certos desejos podem ser vistos de forma negativa pela maioria das pessoas, como o individualismo e a excessiva competitividade. No ambiente corporativo de hoje, o trabalho em equipe é inevitável e traz resultados positivos para os negócios, o que justifica que a maioria das pessoas se mostre solícita a esse tipo de prática, ainda que suas necessidades motivacionais não caminhem na mesma direção”, analisa a psicóloga Adriana Fellipelli, sócia-diretora da Fellipelli.

O estudo revela, ainda, que 73% dos profissionais possuem atitudes voltadas para a ação, ao passo que esse número cai para 36% quando tratamos da necessidade de ação como fator de motivação. Apenas 8% dos entrevistados costumam levar mais tempo refletindo antes de tomar decisões, quando analisamos os anseios pessoais, 46% preferem refletir mais antes de decidir.

“Quando comparamos as motivações e as ações em relação à reflexão, percebemos um contraste significativo. Grande parte das pessoas pode perder a energia se envolvidas com uma demanda muito intensa de trabalho e sem tempo para planejamento, sentindo-se pressionadas diante de decisões complexas. Tais indicadores revelam que quando os profissionais possuem algum controle sobre as demandas e prazos que permitam reflexões e análises, eles se sentem estimulados e podem gerar resultados melhores”, explica Adriana.

Outro fator que pode gerar mais produtividade ao trabalho é a flexibilidade das atividades. De acordo com o levantamento, 70% dos profissionais são adaptáveis a ambientes mais regrados, pois geralmente são organizados e atuam dentro dos padrões estabelecidos. Quando observamos suas necessidades motivacionais, porém, apenas 28% necessitam desse tipo de ambiente. “Os dados indicam que as pessoas trabalhariam melhor se tivessem oportunidades para expressar suas individualidades, atuando de maneira inovadora e independente”, diz Adriana.

Segundo a executiva, os líderes precisam voltar suas atenções para as necessidades e características de cada membro de sua equipe, com o objetivo de formar uma estrutura equilibrada, em que cada profissional se complementa e contribui para o sucesso dos negócios. “Quando o assunto é gestão de pessoas, um dos maiores desafios das organizações e líderes de hoje é conseguir atrair e reter talentos capazes de alavancar resultados. Para isso, é preciso descobrir o que mantém seus colaboradores motivados e engajados, mesmo diante dos crescentes desafios”, complementa.

Embora não haja variação de resultados no quesito “desafio”, pois neste caso o comportamento social é um espelho das necessidades motivacionais, quando um líder delega uma tarefa que exige muito ou pouco do seu colaborador, o resultado pode atrapalhar o andamento das operações. “O líder precisa saber identificar os limites de sua equipe, pois uma tarefa mal atribuída pode gerar frustração do funcionário. Ele ficará desmotivado diante de um desafio que não consegue superar ou desanimado quando deve resolver questões fáceis demais”, aponta Adriana.
Nesse contexto, investir em autoconhecimento é muito importante para impulsionar resultados. “Para aproveitar corretamente o potencial de cada profissional e suas contribuições para os negócios, as empresas devem recorrer a ferramentas de coaching. Quanto mais as organizações conhecerem a natureza humana, maiores serão suas chances de sucesso na gestão de pessoas”, afirma Adriana.

HSM Online
08/02/2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

60% Lennon/30% McCartney

Mais uma vez falando de Beatles, quem conhece a história da banda provavelmente sabe que John Lennon e Paul McCartney fizeram um acordo; todas as músicas feitas pelos dois seriam igualmente creditadas a ambos, por mais que um tivessse feito 99% da canção e o outro colaborado só com um "yeah" que fosse. Isso no fim da banda deu o maior rolo, pois já em carreiras independentes os dois trocaram farpas através de músicas, cada um julgando a qualidade, a proporção de trabalho de cada e a quantidade das músicas produzidas. Sem contar brigas recentes entre familiares que questionavam até a ordem da seqüência dos nomes.

Eis que o artista gráfico Michael Deal resolveu criar um projeto que pretende colocar os Beatles em gráficos e esclarecer essas e outras dúvidas; o Charting The Beatles. Consultando diversos materiais como biografias, vídeos, gravações e algumas pessoas, Michael tem desenvolvido este projeto que quem sabe pode ser útil, ou no mínimo curioso, mesmo para quem mal conhece a banda. Você pode saber qual a colaboração de cada Beatle em cada música, referências de uma música sobre outra, quais notas são mais tocadas em cada álbum e a divisão do trabalho dos rapazes ano a ano.

Ele aceita colaborações de quem quiser só ajudar com uma ou outra informação ou realmente se envolver construindo o projeto.

Mais info e o projeto até o momento aqui




quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Facebook - 50 empresas que sabem usá-lo

Bom, finalmente resolvi entrar no tal do Facebook. Todo mundo vive falando dele, mas pra mim até então não passa de um novo Orkut, já que o original foi dominado por pessoas fora do mercado americano, e por ser essencialmente para americanos o Facebook ganhou todo esse hype. De qualquer forma, meu interesse era descobrir como ele poderia ser bom para empresas. Com certeza não entrei pra fazer novas amizades e brincar com o joguinho da fazenda.


O site The Big Money fez uma pesquisa e resumiu as ações de algumas empresas pelo Facebook. Nada muito diferente pra quem está acostumado com Orkut, mas vale a pena pelo menos dar uma olhada. O link aqui

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Produtos Apple no Brasil são os mais caros


Sou um fã dos produtos da Apple, gosto muito do design e da praticidade deles, mas o preço está pra lá de salgado por aqui.

Mais uma prova disso é o gráfico feito pelo blog cmyplay com um comparativo de preços entre produtos Apple em vários países. O MacBook Pro foi usado como base.

Resumindo, pagamos o dobro do preço nos EUA. Tudo por causa dos impostos daqui, principalmente. Clique na imagem acima para ampliá-la e ver os resultados.

Olhado no Jornal Tecnologia

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Volkswagen é divertida para você?

A VW na europa está tentando ganhar uma cara mais divertida, mais "Apple" quase. Com esse objetivo, eles lançaram uma campanha uns 2 meses atrás chamada The Fun Theory. A teoria em questão é que nós podemos mudar as vidas das pessoas através da diversão.

Para colocar na prática essa idéia, eles fizeram algumas experiências. Uma foi transformar as escadas de um metrô em um piano. Com isso, verificou-se que o número de pessoas que utilizaram a escada comum passou para 66%. As mesmas pessoas que passam lá diariamente mudaram seu costume, mesmo que por um tempinho.



Outra idéia foi criar a lixeira mais profunda do mundo. A pessoa ao jogar lixo nela ouve um som, como se o lixo estivesse caindo por muito tempo. Com essa brincadeira a lixeira passou a receber 41kg a mais de lixo, totalizando 72kg por dia! Mesmo que fosse por um tempinho também.



Achei as idéias muito legais, a teoria realmente foi exemplificada e digo até que confirmada. Agora, sem estudar e pesquisar mais sobre o assunto eu pergunto; e a Volkswagen na história? Se você, uma pessoa que não conhece muito sobre o mercado e não soubesse que essa idéia era da VW, você saberia dizer o que era, pra que era e pra que marca era? Confesso que apesar de interessante, se eu passasse por isso não faria o link sem muita consulta depois na internet... Pra mim a VW do meu dia-a-dia é a do carro fácil de consertar e dos alemães engenheiros engraçadinhos da campanha. Pelo menos eles fizeram mais sentido pra mim... Ou espero não estar mal humorado demais hoje...

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Planejadores pelo mundo - perfil

Heather LeFevre, planejadora da DDB de Amsterdam, fez uma pesquisa com diversos planejadores do mundo inteiro, para entender um pouco mais o mercado de planejadores. Pois bem, saiu o resultado, inclusive com uma página dedicada ao Brasil.

Agora pergunto; essa é a nossa realidade mesmo?

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Consumidores de video games hoje




O Playstation 2, queira ou não, ainda é o maior sucesso da história dos video games. Hoje há cerca de 125 milhões de unidades vendidas, contra cerca de 30 milhões do Xbox 360 e cerca de 50 milhões do Wii. Mas quanto ao aproveitamento do aparelho (número de horas jogadas), o Xbox 360 começou a ameaçar o reinado do Playstation 2.

Uma pesquisa feita pela Nielsen mostrou em seu blog que que o jogador médio de hoje jogou, em junho, cerca de 768 minutos de video games, um crescimento de 21% em relação a junho do ano passado.

Verificou-se também que video game com certeza não é mais "coisa de criança" - pouco menos de 50% dos jogadores tem acima dos 18 anos, e cerca de 25% dos jogadores estão entre 12 e 17 anos.

O Xbox 360 é o aparelho que está lado a lado com o Playstation 2 em números de horas jogadas, mas ele ganha em número de jogadores realmente ativos (o Wii pode ter mais consoles vendidos, mas percebe-se que os jogadores de Xbox 360 utilizam bem mais seus aparelhos).

E o Xbox 360 é o aparelho que concentra mais jogadores do sexo masculino, enquanto o Wii concentra mais do sexo feminino.

Ou seja, não é à toa que o mercado de games está crescendo no mercado de entretenimento, e com esses dados vemos que ele está se solidificando cada vez mais.

Mais detalhes aqui

Visto no Seatle PI

O chefe e o tapa-ouvidos


"Segundo especialista, cerca de 70% dos gerentes ou empresários não têm perfil de liderança". Vi no Portal HSM essa chamada e refleti um pouco sobre todas as aulas de RH que tive na pós... É um dado bem preocupante, não tem Drucker que salve, pelo jeito.

A matéria dá 13 dicas do especialista em gestão de pessoas Frederico Amory, algumas bem legais para os "queridos" chefes, como "procure mais elogiar do que criticar", "não queira que seus subordinados ajam e pensem como você" e "tenha coragem de reconhecer quando está errado".

Mas pera aí... Isso não é o básico do relacionamento entre pessoas? Pois é...

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Celebridades em baixa nas vendas


Somente 8% dos consumidores preferem ver celebridades protagonizando campanhas publicitárias. Já 78% se dizem indiferentes à presença de famosos em comerciais e anúncios. Por fim, 12% afirmam perder a vontade de consumir um produto oferecido por uma celebridade.

Ainda segundo a pesquisa, consumidores com mais de 55 anos são os mais avessos a celebridades em campanhas. A explicação seria o fato de as 'estrelas' convocadas para esse propósito serem em geral muito mais jovens do que eles, causando repulsa.

Leia matéria do Adweek na íntegra aqui.

A notícia acima veio do CCSP. É aquela velha história que hoje reina na classe C, por exemplo; não adianta colocar a Juliana Paes fazendo comercial de sabão em pó porque a dona de casa sabe (ou deduz) que ela não usa aquele produto. Pelo menos quanto a cerveja tava funcionando, vai saber...